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G1: ONU reconhece, pela primeira vez, que existem refugiados climáticos

Ilha

Apesar desse artigo ser antigo (2020), achei interessante trazê-lo, pois conta a história do Ioane Teitiota, da nação-ilha Kiribati, e como seu caso influenciou a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU em determinar a regra (não vinculante) de que países não podem deportar pessoas que pedem refúgio por se sentirem ameaçadas pela crise climática em seus países de origem, os chamados “refugiados climáticos”. A história de Teitiota explicita o impacto do aquecimento global na saúde da população, ao passo que essas mudanças afetam a capacidade das pessoas de viverem em suas terras natais. Nesse caso, plantar alimentos e beber água já eram limitações no local de origem de Teitiota, o que, junto com outros efeitos do aquecimento global, como o aumento do nível dos oceanos, viraram uma ameaça para a vida dos habitantes. Enviado por Nina Oliveira Schettino de Souza

Disponível no G1: https://g1.globo.com/natureza/blog/amelia-gonzalez/post/2020/01/31/onu-reconhece-pela-primeira-vez-que-existem-refugiados-climaticos.ghtml